segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Eleições 2012 e as Redes Sociais em Favor dos Candidatos de Baixa Renda


Mais um ano de eleição se aproxima e nós mais uma vez seremos obrigados a votar escolhendo ou não um (a) candidato (a) a prefeito (a) e a vereador (a) para governar nossa cidade. Ao findar-se o período eletivo muitos de nós nos frustramos ao perceber que não fizemos uma boa escolha principalmente quando notamos que aquele (a) candidato (a) investiu fortunas em captação de votos quer através de pessoas que se autointitulam lideranças em bairros de menor potencial financeiros, quer através de apoio de empresários, etc. Esse (a) candidato (a) ao se eleger não se sente responsável por buscar solução para os problemas que assolam nossa sociedade principalmente as comunidades periféricas de nossa cidade.

Ha algumas eleições o (a) cidadão (ã) tem dado respostas contrariando as pesquisas e elegendo como forma de repúdio, candidatos (as) irreverentes e muitas das vezes sem nenhum preparo político e/ou histórico de atuação em defesa de interesses da sociedade.

Por outro lado, é comum vermos pessoas oriundas de comunidades periféricas e do baixo escalão de entidades de classe após anos de dedicação em defesas dos interesses coletivos, se proporem a nos representar politicamente, mas, por não possuírem recursos necessários para concorrer em condições de igualdade com quem tem, não obtém êxito.

As Redes Sociais (Orkut, Facebook, Twitter, etc) podem ser os instrumentos que farão a grande diferença se as utilizarmos para convencer os nossos amigos a juntos fazermos diferente e darmos uma lição de união e elegermos aqueles candidatos que dedicam sua vida em defesa do bem estar comum e que apesar de possuir pouco recurso conseguem fazer o que muitos políticos com mandato não fazem.

Isto posto conclamo a todos refletirem em torno desta questão e em 2012 formarem uma corrente junto as Redes Sociais em torno dos candidatos que tragam em sua trajetória de vida o histórico de luta em defesa dos interesses coletivos, quer nas entidades de classe, quer nas comunidades periféricas.


Por: Lázaro Silva de Jesus – Promotor de Segurança Pública (PM), Coordenador Executivo do Observatório da Cidadania – OBCI/BA, Mediador de Conflitos (JUSPOPULI), Orientador e Educador Social, Membro Fundador da Comissão de Direitos Humanos de Salvador, Ex-suplente de Conselheiro Tutelar, Licenciando em Pedagogia e Pré-candidato a Vereador de Salvador.

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